Palmeirense Ricardo Pessoa comenta perda do pai Chico Matias ano passado: “tristeza”

Pessoa fala ao Painel Popular

Conhecido por sua paixão voraz pelo Palmeiras, o lavrador Ricardo Pessoa Gomes de Oliveira, o Pessoa, 43 anos, morador da Rua Dom Pedro II, área central de Elesbão Veloso, falou ao Painel Popular neste domingo, e recordou a respeito da morte do seu pai, o aposentado Francisco Matias Soares, o Chico Matias, no final de outubro de 2016, depois de passar mal em sua residência, onde  se encontrava aos cuidados do filho.

Pessoa lamentou a perda, ao tempo em que lembrou que o pai não vivia enfermo, e a morte repentina ocorrida na manhã de um domingo 30 de outubro foi uma enorme surpresa.

– Eu me lembro que tinha vindo no centro apanhar o leite, ao retornar, e quando fui servir o café para ele percebi uma apatia grande nele, daí chamei a agente de saúde que verificou a pressão dele, depois partimos para o hospital, mas chegando lá, depois de examinado, o médico falou que não havia mais nada a ser feito, podíamos levar ele à Teresina apenas por levar, e assim eu fiz, chegamos lá por volta das 11h da manhã e ele veio a falecer às 13h40.

Pessoa fala ao Painel Popular e relembra perda do pai Chico Matias: “Doído”

Pessoa disse que meses antes do seu pai falecer foram feitos alguns exames que detectaram apenas um quadro de anemia leve.

– Ele vinha tomando os medicamentos regularmente, levava uma vida normal, gostava de dá as voltinhas dele, se alimentava bem.

Seu Chico Matias perdeu a esposa Ozenita Gomes de Oliveira a 27 de outubro de 1991, com ela teve sete filhos, um deles- Ricardo Pessoa, que decidiu permanecer ao lado dos pais; quatro moram em São Paulo, outros dois faleceram.

– Sou o mais novo dos filhos, os mais velhos saíram para trabalhar e eu fui ficando com meus pais.
Pessoa lembrou que o pai era um artesão e costumava a produzir vassouras de palha e lavrador. Pacato, gostava de percorrer a cidade. Morando sozinho, na mesma casa que morava com os pais, Pessoa disse que é difícil aceitar a perda de um ente querido, mas Deus sabe que o faz.

Por: José Loiola Neto